5.2. MACROECUMENISMO LATINO-AMERICANO

 

José María Vigil

 

 

 

1. A PALAVRA E O CONCEITO

 

 

O texto anterior («A questão ecumênica hoje») nos familiarizou com o tema do ecumenismo, essa relação entre os cristãos chamada a se estender ao mundo todo, humano e até ecológico. Sabemos também donde vem a palavra ekumene.

O tema desde núcleo é «macroecumenismo» (ME). O que é o ME? A própria palavra parece evidente: se «macro» significa grande, o ME seria o ecumenismo maior... Com efeito, visto que a palavra «ecumenismo» - como vimos na lição anterior - foi de fato amplamente utilizada no sentido estrito das relações entre cristãos, os que começaram a utilizar a palavra ME, ao incorporar esse prefixo «macro», estavam querendo dizer que se referiam a um ecumenismo de nível mais amplo, o ecumenismo não só entre cristãos, mas entre as religiões e as pessoas e até grupos não religiosos.

A palavra não é, porém, importada nem universal. É mesmo latino-americana. Foi criada aqui, no nosso continente. Tem data registrada de nascimento: setembro de 1992, no curso da celebração da Primeira Assembléia do Povo de Deus (APD), em Quito, Equador. Lá, em suas várias intervenções, Pedro Casaldáliga proclamou e fundamentou esse conceito que, por sua vez, foi apresentado detalhadamente no livro Espiritualidade da libertação, lançado naquela ocasião, de sua autoria e de José Maria Vigil. Estudos posteriores referem-se todos a esse dado (cf. TEIXEIRA, Faustino. Teologia das religiões, p. 194. )

O que podemos entender por ME?

Em primeiro lugar, ME é o já dito: o ecumenismo no seu nível maior, abarcando não só as relações entre as confissões cristãs, mas as relações entre todas as religiões, incluindo o ateísmo. Num sentido mais de espiritualidade, diríamos que o ME é um talante, um espírito de grande abertura, de reconhecimento dos outros, dos religiosamente outros, com uma capacidade especial para encontrar mais os pontos comuns do que os que marcam as diferenças, com uma visão capaz de articular tudo numa perspectiva abarcadora e unificadora. Teologicamente, diríamos que o ME é uma visão teológica que é capaz de permitir uma boa relação entre as religiões, no mais amplo nível. Finalmente, num sentido teológico-acadêmico, diríamos que o ME é a «teologia latino-americana das religiões» ou o nome latino-americano da «teologia das religiões», mesmo que naquele momento ainda não se falasse em «teologia das religiões».

Perguntemo-nos: por que na América Latina deu-se essa atitude de ME que resultou como típica e característica do continente? Porque houve uma teologia, que foi a base, que o permitiu. São as idéias as que movem o mundo e são as concepções teológicas que permitem ou dificultam as boas ou más relações entre as religiões. Por exemplo: se sua religião pensa que é a única verdadeira e que todas as outras são de Satã, você não vai conseguir ter boas relações com crentes de outras religiões. Quais são as estruturas teológicas mais centrais da teologia latino-americana, que fizeram possível essa atitude de ecumenismo no mais amplo nível?

 

 

 

 

 

2. AS ESTRUTURAS TEOLÓGICAS BÁSICAS

 

 

O ME latino-americano é típico da teologia e da espiritualidade latino-americana. Abordando o tema, neste momento, a partir de uma perspectiva teológica, perguntemo-nos: quais são os elementos estruturais básicos da chamada «teologia latino-americana» que fizeram possível esse ecumenismo máximo? Foram três.

 

2.1. Uma leitura histórico-escatológica da realidade

 

O que significa isso? Significa que a realidade, e concretamente a realidade religiosa, a salvação, pode ser vista de muitas formas. Pode ser vista com olhos doutrinais e teóricos, para os quais a salvação consiste na posse da verdade, admitindo que se salvar é sinônimo de ter conhecimento da verdade, da única verdade. Pode ser vista como uma realidade moral: tudo consiste em se acomodar aos mandamentos de Deus. A vida humana, aqui, é só isto: um vale de lágrimas, onde moramos e onde temos de nos submeter aos preceitos que Deus nos revelou; não temos outra tarefa (nem mesmo uma tarefa histórica). A salvação pode ser lida também com olhos «ontológico-metafísicos» (da cultura grega): nessa perspectiva, a salvação é a «graça», um dom de Deus, sobrenatural, participação da própria natureza divina, e participar dela consiste o negócio da salvação: todos os assuntos humanos não têm validade por si mesmos, senão pela graça que veiculam.

 A teologia latino-americana caracterizou-se por ter adotado outra perspectiva. Olhou a salvação com olhos históricos. Fez dela uma leitura histórica. A salvação é história. Acontece na história e não pode dar-se fora dela. A salvação é também uma tarefa histórica, uma missão. A grande missão cristã (missão para todos/as) consiste em fazer história, fazer história de salvação, salvar a história. Essa não é só a grande missão cristã, mas a grande missão humana. Ser humano (sendo válido para todos os humanos, de qualquer religião) é ser chamado por Deus a participar, com ele, da história da salvação, do seu projeto de salvação. E, possivelmente, todas as religiões estão sendo chamadas por Deus a partilhar essa missão histórica.

 

2.2. Reinocentrismo

 

Durante séculos, por desconhecimento da própria pregação de Jesus histórico, o cristianismo perdeu notícia do Reino. Houve épocas inteiras em que nem se falava de Reino. Jesus era considerado mais um mestre espiritual, um grande moralista, um revelador de verdades impossíveis de conhecer sem sua mediação, verdades em cujo conhecimento consistiria a salvação.

Foi na passagem do século XIX ao XX que, no mundo acadêmico, foi descoberto «cientificamente» o «caráter escatológico» da mensagem de Jesus. Ele não seria um enviado vindo para nos revelar verdades, nem um mestre religioso ou moral, mas teria sido verdadeiramente um profeta traspassado pela paixão da intuição da vida do Reino de Deus. O que é o Reino de Deus, já sabemos e não precisamos agora desenvolver. O que fica firme é que a mensagem de Jesus centra-se no Reino e tem nele seu absoluto. O Deus de Jesus é o Deus do Reino e, entre os seguidores de Jesus, tudo deve converter-se ao Reino. «Tudo é relativo, só o Reino é absoluto» (Paulo VI). A partir dessa recuperada perspectiva de Jesus, a Igreja deve converter-se ao Reino de Deus (Ellacuria), e todo seu capital simbólico, religioso e teológico deve ser reformulado em clave «reinocêntrica». O eclesiocentrismo morreu definitivamente.

Isso significa que nem mesmo a religião é algo absoluto, nem a própria Igreja... O eclesiocentrismo já não tem razão nenhuma de ser. Polêmicas teológicas não dirimem a salvação, proselitismos religiosos não são necessários, expansão da implantação da Igreja também já não é o objetivo central... O objetivo absoluto é o Reino, que é «Vida, Verdade, Justiça, Paz, Graça, Amor». O Reino de Deus não é outro mundo, senão este mesmo, mas totalmente outro.

Com esse novo centro, o cristianismo resulta reconfigurado. Ser cristão é «viver e lutar pela causa de Jesus, o Reino de Deus». Fazer o Reino (vida, verdade, justiça, paz...), essa é a tarefa cristã, que é - também aqui - tarefa humana: «O destino da raça humana» (Nolan). Homens e mulheres, todos somos chamados à mesma tarefa. Por isso, devemos colaborar com todos os que amam a justiça e a paz, mesmo que sejam membros de outras religiões. Jesus diria que, além de todas as religiões, está a pertença ao Reino, a fidelidade ao mesmo, e que essa «religião do Reino» é a que vai nos salvar verdadeiramente.

 

2.3. Opção pelos pobres

 

A OPÇÃO PELOS POBRES é só uma conseqüência da aceitação do Reino. Propriamente considerada, a opção pelos pobres está dentro dele. Porque o Reino é «Vida, Verdade, Justiça, Amor, Paz ...». A opção pelos pobres é só a concretização da opção pelo Reino-Justiça no campo histórico-social-político. A opção pelos pobres é opção pela Justiça, e dito mais concretamente, é opção pelos injustiçados. Não é opção simplesmente pelos pobres econômicos, mas pelos injustiçados. Por isso, inclui a opção pelas mulheres (como injustiçadas por razão de gênero), inclui a opção pelos índios e os negros (injustiçados por razão da cultura e da raça), é opção por todos os que sofrem injustiça. E não é preferencial: como seu nome indica, exige opção, decisão, saída da neutralidade e descida do muro para se pôr do lado dos injustiçados na luta pela Justiça, na luta pelo Reino.

A opção pelos pobres é a emergência, um pulo de nível da espiritualidade e da teologia, que até então pensava ser apolítica, neutra, só espiritual, enquanto estava inconscientemente sendo justificativa dos poderosos, contra os pobres e injustiçados e, por isso, contra o Reino, contra Jesus... em seu nome! A opção pelos pobres deu novos motivos para uma «conversão da Igreja ao Reino de Deus» (Ellacuria).

A opção pelos pobres não é um elemento acidental, lateral, secundário... Pela sua ligação com a Justiça do Reino e à historicidade concreta (leitura histórico-escatológica), é uma peça central do cristianismo. Optar pelos pobres é optar pelo Reino e é fazê-lo historicamente. E é realizar a tarefa central do Evangelho: Mt 25, 31ss. Também esse terceiro elemento central é uma fonte de ecumenismo: sentimo-nos mais unidos àqueles que lutam pela libertação dos pobres, sem referência a Cristo, do que àqueles que, talvez em seu nome, se opõem a ela. E sabemos que, colaborando com os que lutam pela causa dos injustiçados (de todo tipo), lutamos pelo Reino, sejam aqueles de uma religião ou outra, ou de nenhuma religião. Mais uma vez, temos aqui o apoio para um ecumenismo de máximo nível.

Essa é a estrutura básica central da teologia latino-americana, como marco de referência no qual localizar tudo que fundamenta uma atitude de diálogo universal e macroecumênico, não só com os cristãos, mas com todos os homens e mulheres, qualquer que seja sua crença religiosa. Eis aí o fundamento teológico do macroecumenismo. Mas, haveria outra forma de descrever a percepção da perspectiva macroecumênica, a partir da espiritualidade latino-americana? Vejamos.

 

 

 

 

 

3. O MACROECUMENISMO DE DEUS E DA MISSÃO CRISTÃ

 

 

3.1. O ecumenismo de Deus

 

Poderíamos dizer que o próprio Deus é macroecumênico. A vivência latino-americana aprendeu isso do próprio Deus. Ele não é racista, não se liga a etnia nenhuma nem cultura alguma. Deus não se dá em exclusividade a ninguém, mesmo que muitas religiões - não só a cristã - tenham acreditado que são as «eleitas». Deus quer que todos os homens e mulheres sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2,4).

Hoje, sentimos mais facilmente a presença de Deus ao longo da história, em todos os povos, em todas as culturas. Hoje, sentimos mais facilmente que ele está presente em todos os povos, sem necessidade de a Igreja levar Deus a esses povos. Deus atua no interior de cada cultura, na alma do povo e das pessoas, sendo sua religião mais um lampejo do próprio Deus, um lampejo original, único, irrepetível. Ele está presente e acompanha até aquele que, com sinceridade e boa vontade, diz negar sua existência. Ele leva sua salvação por caminhos só por Ele conhecidos, muito além dos estreitos caminhos do cristianismo institucional. Nós, por isso, por essa grandeza de Deus e pela sua magnanimidade, ficamos alegres e agradecemos e louvamos ao Pai-Senhor de todos os operários de todos os vinhedos e das mais diferentes horas.

Essa percepção de Deus, de um Deus que não se vincula a nenhum gueto e que atua e salva em todo o universo e através de toda a história, amplia nosso olhar e nosso sentido de pertença: também nós não podemos nos sentir vinculados, exclusivamente, a uma raça, cultura, povo ou Igreja. O ecumenismo do próprio Deus impede-nos de absolutizar mediações, tais como nossa própria Igreja e o nosso cristianismo institucional. Sentimos que, aos olhos de Deus, existe uma «Igreja a partir do Justo Abel» (Santo Agostinho), e «o que se chama de cristianismo, estava já presente no princípio dos tempos» (id). Quem não está contra nós está conosco (Lc 9, 49-50).

 

3.2. O ecumenismo da missão

 

Isso tudo leva-nos a compreender que também a missão do cristão é macroecumênica. Falamos da missão fundamental de todo cristão, além de toda vocação ou carisma particular. Essa missão consiste, como foi dito, em «viver e lutar pela causa do Reino, a causa da Vida, da Verdade, do Amor, da Justiça, da Paz ...». Essa é, evidentemente, uma missão altamente ecumênica, plenamente macroecumênica. Porque o Reino é Vida, Paz, Justiça, Amor, Liberdade ... entre todos os homens e mulheres, entre todos os povos da terra, na comunhão deles e delas com a natureza e com Deus.

Essa missão fundamental do cristão não é a missão de todo ser humano ... É a «grande missão», o sentido da vida humana nesta terra. O cristão não tem outra missão nesta terra. Tem a mesma missão do ser humano. Tem a missão de ser plenamente humano e de humanizar plenamente seus irmãos/irmãs e o mundo. A missão do ser humano é, também, macroecumênica e é acessível a todo ser humano que chega a este mundo, através da sua consciência, à luz da sua razão e aos impulsos generosos de seu coração. Não está o não-cristão em inferioridade de condições substanciais para realizar a grande missão do ser humano. E conhecemos bem tantos e tantas, uma multidão de pessoas que foram generosamente fiéis a essa missão. Seria justo Deus se colocasse a maioria dos seus filhos e filhas em inferioridade de condições para a salvação? Não quer ele, de verdade, a salvação de todos?

Vejam: sempre que os homens ou mulheres, em qualquer circunstância ou situação, sob qualquer bandeira, trabalham pelas causas do Reino (vida, amor, justiça, liberdade, fraternidade...) estão lutando pela causa de Deus, estão realizando o sentido da sua vida, estão fazendo a vontade de Deus. Ao contrário: nem sempre que as pessoas declaram-se cristãs e vivem e lutam pelas suas Igrejas, estão fazendo a vontade de Deus. Com efeito, esse será o critério pelo qual seremos julgados (Mt 25, 31 ss), um critério totalmente macroecumênico, não eclesiástico, não confessional, nem sequer religioso, e acima de toda raça, cultura e religião.

 

Descobrir isso tudo, experimentar assim o Deus do Reino, captar assim sua vontade é um fundamento irreversível de macroecumenismo. O cristão não tem motivo para se sentir superior, nem pode desvalorizar ninguém por não ser cristão. O que importa, nesta visão ecumênica, não é pertencer a uma ou outra Igreja, mas pertencer ao Reino, entrar na sua dinâmica. Segundo esse critério, devemos nos julgar e também os homens e mulheres, por cima de qualquer filiação religiosa ou eclesiástica.

Se nossa paixão está no desejo da realização do Reino (venha teu Reino!), e o medimos todo ecumenicamente com essa mesma medida, provavelmente, vamos nos sentir mais unidos àquele que luta pela libertação dos pobres, mesmo sem conhecer Jesus, do que àqueles que, talvez, em seu nome, opõem-se a ela. Isso é terrível, mas é real. E é evangélico. E o próprio Jesus sentia essa maior proximidade. Ele identificou-se mais com o samaritano do que com o sacerdote e o levita, mais com a libertação dos pobres do que com o culto no templo (Lc 10,25ss), mais com os pecadores humildes do que com os fariseus satisfeitos (Lc 15, 11-32; Mt 21, 31-32), mais com quem faz a vontade de Deus do que com quem diz ‘Senhor, Senhor’ (Mt 7, 21), mais com os que dão de comer ao faminto, mesmo sem conhecer Deus (Mt 25, 31ss), do que com os que fizeram milagres em seu nome (Mt 7,22), mais com quem dizia «não», mas fazia a vontade do Pai, do que com quem dizia «sim», mas não fazia nada (Mt 21,28-31).

 

 

 

4. PERGUNTAS PARA RESUMIR E DISCUTIR

 

 

- De onde vem a palavra «ecumenismo»? E «macroecumenismo»? Estabelecer as diferenças entre ecumenismo e macroecumenismo.

 

- O macroecumenismo é só uma atitude espiritual, uma vontade caprichosa, ou tem seus fundamentos teológicos? Que relação existe entre teologia e espiritualidade?

 

- Quais são os principais elementos teológicos da teologia chamada de “latino-americana”, que possibilitam e produzem o macroecumenismo?

 

- Em relação à leitura histórica da realidade: a partir de quando entrou essa re-valorização da dimensão teológica na Igreja?

 

- Quando você era menino/a e foi formado/a religiosamente, escutou falar do Reino de Deus? O que foi dito para você? O que era o Reino de Deus na mente dos seus catequistas?

 

- Que importância teve o tema do Reino de Deus na pregação de Jesus? Pode dar algum exemplo?

 

- O que é o Reino de Deus? É o céu? É a graça? É a Igreja? Por quê? Justifique suas respostas.

 

- Que relação há entre o Reino e a Igreja? Quem é maior? Qual é mais importante para a salvação? Quem está ao serviço de quem?

 

- Comente: «Só o Reino de Deus é absoluto; todo o resto é relativo» (Paulo VI na «Ecclesiam Suam», n.8). A Igreja é relativa? Se for, é relativa a quem, ou a que coisa?

 

- Na Igreja , nem estão todos os que são [do Reino], nem são [do Reino] todos os que estão [da Igreja]. Comente essas palavras de Santo Agostinho.

 

- No tempo dos movimentos populares latino-americanos, o compromisso político- libertador em favor dos pobres criava uma unidade e um ecumenismo que perpassava as diferentes Igrejas cristãs, estabelecendo uma grande solidariedade entre todos os que lutavam pela causa do povo, mesmo que sua confissão fosse cristã. Era o «macroecumenismo da opção pelos pobres». Comente.

 

- «O Reino de Deus é o destino da raça humana» (Nolan). Comente.

 

- O Reino de Deus é a missão da raça humana que, por sua vez, é a missão do cristão, coincidentemente. É esse um fundamento irreversível de macroecumenismo? Por quê?

 

- Deus é macroecumênico? Não quer Deus que todos os homens e mulheres ingressem na Igreja que Jesus veio fundar? Comente. Faça as distinções necessárias nas premissas propostas.

 

- «Sentimo-nos mais unidos àquele que luta pela libertação dos pobres, mesmo sem conhecer Jesus, do que àqueles que, talvez em seu nome, opõe-se a ela. Isso é terrível, mas é real. E é evangélico». Comente.

 

- Aplique o tema do macroecumenismo a sua vida e trabalho atual. Que desafios o tema lança para você?

 

 

 

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

 

 

ASETT. Por los muchos caminos de Dios -I. Goiâs Velho: Ed. Rede, 2003.

 

BARROS, M.; TOMITA, L.; VIGIL, J.M. Pelos muitos caminhos de Deus - II. Goiás Velho: Ed. Rede, 2004.

 

BARROS, Marcelo. El rostro del cristianismo para el tercer milenio. Fundamentos teológicos y espirituales para el macroecumenismo. Alternativas, Managua, 2004.

 

CASALDÁLIGA, Pedro; VIGIL, José Maria. Espiritualidade da libertação. Petrópolis: Vozes, 1996 [cf. sobre «Macroecumenismo», cap. 3, art. 14, p. 192-200].

 

TEIXEIRA, Faustino. Teologia das religiões. Uma visão panorâmica. São Paulo: Paulinas, 1995.

 

TEIXEIRA, Faustino. Diálogo de pássaros. Nos caminhos do diálogo inter-religioso. São Paulo: Paulinas, 1993.

 

VIGIL, José Maria. Macroecumenismo: teología latinoamericana de las religiones, en IDEM (Org). Por los muchos caminos de Dios -II. Quito: Abya Yala, 2004.