O núcleo identitário e a dimensão profético missionária da VRC

de Estêvão Raschietti

Todos percebemos a interminável situação de mal-estar e de desencanto na VRC que se estende até hoje, que não acena a propor perspectivas de solução e que se aproxima simpaticamente à profunda tristeza dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24,17). Essa estagnação, porém, pode representar um providencial e sofrido kairós. De um lado, enxergamos como um tratamento agressivo, inútil e perigoso insistir em manter muitas de nossas instituições e obras em estado terminal. Por outro, sentimos a necessidade “abandonar as estruturas caducas” (DAp 365) e de re-encantar-nos com novos horizontes, re-fazer nossos projetos, re-tornar ao essencial e re-pensar tudo novamente. Mas algo nos impede de chegar no cerne exato da questão: algo nos bloqueia na hora de ousar, de mudar e de agir.

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